PALESTRA ESPAÇO LITÚRGICO E ARQUITETURA SACRA
ARQ EDUARDO FAUST
19h30, dia 07 de novembro de 2013
Local | Auditório São José - Ao lado da Catedral
Criciúma, SC
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CONTATO
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■ instagram | @faustarq
ARQ EDUARDO FAUST | CAU A44041-8
Graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina UFSC.
Pós-graduado em Espaço celebrativo-litúrgico e arte-sacra na Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia de Minas Gerais FAJE.
Em 2005 fundou o escritório FAUST ARQUITETURA
Assina a autoria de mais de 200 construções ligadas a Igreja em mais de 100 cidades em 15 estados no Brasil, México e Portugal.
Ministra palestras e Cursos em Arquitetura Sacra.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
sábado, 19 de outubro de 2013
■ Inauguração Igreja São Sebastião - Japurá PR | Autor Arq.Eduardo Faust
■ Paróquia São Sebastião
■ Pároco | Padre Jaime Lemos
■ Autor | Arq Eduardo Faust
■ Projetos | FAUST arquitetura & engenharia
■ Localização | Japurá, Paraná, Brasil
■ Pároco | Padre Jaime Lemos
■ Autor | Arq Eduardo Faust
■ Projetos | FAUST arquitetura & engenharia
■ Localização | Japurá, Paraná, Brasil
Dia 10 de setembro de 2013 aconteceu a missa de dedicação de Igreja e Altar presidida pelo Bispo de Umuarama Dom João Mamede, na cidade de Japurá no estado do Paraná. Projeto elaborado pelo arquiteto Eduardo Faust sob o auxilio do Pároco Padre Jaime Lemes e da comunidade da paróquia São Sebastião.
A composição cristocêntrica do presbitério faz uso da simetria do edifício, enfatizando o símbolo maior do cristianismo – a Cruz.
A mesma toca solo para simbolizar que este é um local de evangelização.
A mesma toca solo para simbolizar que este é um local de evangelização.
As paredes que emolduram a Cruz tem como inspiração formal as Flechas que martirizaram o soldado Romano São Sebastião.
Suas linhas levam a Cruz – a Cristo – mostrando o grande legado do Santo. Autor Tertuliano disse alguns anos depois do martírio “O sangue dos mártires é semente de novos cristãos”.
A celebração da palavra está entre nós graças a mártires como São Sebastião.
A celebração da palavra está entre nós graças a mártires como São Sebastião.
Altar [Mesa da Eucaristia] [centro da liturgia] [local onde o céu toca a terra], e o Ambão [mesa da palavra] e a sédia [cadeira da presidência] foram desenhados e lapidados como obras de arte.
As linhas do mobiliário litúrgico citado simbolizam as flechas do martírio que dão suporte a Cruz de Cristo.
As linhas do mobiliário litúrgico citado simbolizam as flechas do martírio que dão suporte a Cruz de Cristo.
Outro ponto importante é o uso de materiais naturais. A pedra assim como a madeira, tem o sentido litúrgico de indicar a matéria que se encontra de forma crua, desnudada, verdadeira. Tal qual deve ser o homem que se encontra em Cristo.
As imagens respeitam a homenagem feita pela comunidade a São Sebastião e a Nossa Senhora Aparecida que ganhou uma capela para devoção.
“Nosso Deus que envia o sol nascente do alto para nos visitar” Lc 1,78 . Esta luz está simbolizada na assembleia que ganhou iluminação indireta que nos convida a oração. O presbitério ganhou iluminação que foca os elementos sagrados auxiliando na celebração e o banquete eucarístico.
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
■ Como foi o 9º Encontro Nacional de Arquitetura e Arte Sacra
Dia 25, 26 e 27 aconteceu na Pontifícia Universidade Católica (PUCRS) em Porto Alegre o 9º Encontro Nacional de Arquitetura e Arte Sacra.
Frei Luiz Carlos Susin foi o principal palestrante do evento, com o tema "Antropologia e Liturgia" o teólogo fez uma conferencia didática, colocando temas de grande reflexão. Mostrou vasto conhecimento no assunto e conceitos bem estruturados.
Patrimônio histórico, iluminação, comissão diocesana de arte sacra e normas de segurança foram outros temas abordados no encontro.
Trabalhos dos participantes do evento foram expostos no hall do centro de Arquitetura e Urbanismo, com destaque ao lançamento do livro "Estudos da CNBB 106 - Orientação para projeto e Costrução de Igrejas e disposição de Espaço Celebrativo".
Frei Luiz Carlos Susin foi o principal palestrante do evento, com o tema "Antropologia e Liturgia" o teólogo fez uma conferencia didática, colocando temas de grande reflexão. Mostrou vasto conhecimento no assunto e conceitos bem estruturados.
Patrimônio histórico, iluminação, comissão diocesana de arte sacra e normas de segurança foram outros temas abordados no encontro.
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Exposição de arte e arquitetura sacra. |
Trabalhos dos participantes do evento foram expostos no hall do centro de Arquitetura e Urbanismo, com destaque ao lançamento do livro "Estudos da CNBB 106 - Orientação para projeto e Costrução de Igrejas e disposição de Espaço Celebrativo".
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Painel Faust arquitetura |
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Publicação lançada no evento. |
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Autores |
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
■ A Triste História dos Budas de Bamiyan
A 230 quilômetros da capital Kabul no Afeganistão, foram erguidos dois monumentos que séculos depois a UNESCO os consagrou como patrimônios da humanidade. O primeiro com 37 metros de altura foi finalizado no ano de 507 e o segundo com 55 metros data de 554, até o século XX foi a maior estátua de Buda de pé, e a segunda maior do mundo, sendo superada somente pelo Buda de Leshan [China].
Entalhados nas rochas do vale de Hazarajat, seus detalhes foram modelados com estuque, vemos vestígios deste sistema nos buracos em seus membros, que eram espaços que abrigavam estacas de madeira que serviam para estabilizar estes detalhes.
Do século II até o século IX, Bamiyan foi um lugar de vários mosteiros Budistas, e um próspero centro da arte Greco-Budista. Monges viviam em pequenas cavernas esculpidas nas rochas embelezando-as com estatuários e coloridos afrescos.
Do século II até o século IX, Bamiyan foi um lugar de vários mosteiros Budistas, e um próspero centro da arte Greco-Budista. Monges viviam em pequenas cavernas esculpidas nas rochas embelezando-as com estatuários e coloridos afrescos.
A conquista Árabe no Afeganistão ocorreu no século XII por Mahmud de Ghazni que optou pela preservação das imagens. Ao longo dos séculos movimentos iconoclastas civis e governamentais ajudaram a destruir detalhes das imagens, o imperador Aurangzeb [1618-1707] efetuou ataques militares.
Em Julho de 1999, Mullah Mohammed Omar emitiu o decreto "O governo considera as estátuas de Bamiyan como um exemplo de uma grande fonte de renda em potencial para o Afeganistão de visitantes estrangeiros. O Talibã declara que as estátuas de Bamiyan não devem ser destruídas mas protegidas."
Em Julho de 1999, Mullah Mohammed Omar emitiu o decreto "O governo considera as estátuas de Bamiyan como um exemplo de uma grande fonte de renda em potencial para o Afeganistão de visitantes estrangeiros. O Talibã declara que as estátuas de Bamiyan não devem ser destruídas mas protegidas."
Com a difusão dos costumes radicais fundamentalistas no Afeganistão, os clérigos em março de 2001 declaram: "Baseado no veredito dos membros do clero e da decisão da Suprema Corte dos Emirados Islâmicos (Talibã) todas as estátuas na área do Afeganistão devem ser destruídas. Elas são respeitadas agora e podem se tornar ídolos no futuro. Somente Alá, o Todo-Poderoso, merece ser cultuado."
Embaixadores de 54 membros de estados da Organização da Conferência Islâmica, incluindo o Paquistão, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, uniram-se em protesto para a preservação dos monumentos.
Em março de 2001 os Budas de Bamiyan foram destruídos com dinamite e bombardeio de tanques.
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