"Hola Eduardo, ¿cómo estás?
Te cuento que estamos preparando el noveno número de nuestra Revista A+C, Arquitectura y Cultura.
Hemos decidido que este noveno número se constituya por medio de invitaciones. Es por ello, que te invito a enviarnos un texto inédito tuyo para que lo publiquemos en este nuevo número.
Artículos de investigación. Son producto de investigación científica o tecnológica, proyectos de investigación, que sean un aporte a la disciplina y que no hayan sido publicados anteriormente."
"Agradezco su valioso aporte para la edición de este número especial."
Muy atentamente,
Dr. Arq. Rodrigo Vidal Rojas
Profesor Titular
Editor Revista A+C
Universidad de Santiago de Chile
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____________________________________
Artigo publicado em texto:
Sobre la práctica de la construcción sacra católica:
La arquitectura moderna bajo la luz del Concilio Vaticano II na Iglesia Santo Antonio — Minas Gerais, Brasil
Resumen
En este
texto coloco el resumen de algunas reflexiones que desarrollé en mis 13 años en
la práctica de la arquitectura sacra, y de una forma didáctica formé 3 premisas
que orientan mi trabajo. Vasto es el acervo
edificado de arquitectura moderna y contemporánea exitosa, con respuestas
positivas tanto de la academia de arquitectos como de los usuarios. Lo mismo no
se puede hablar de la arquitectura sacra católica, el descarte de los
diecisiete siglos de evolución tipológica no fue y sigue sin ser bien aceptado
por los sacerdotes. Los concilios ecuménicos son encuentros de larga duración
donde los bispos de la Iglesia Católica resuelven cuestiones doctrinales y
disciplinares. Al buscar referencia en la historia de la arquitectura católica
el arquitecto deberá actualizar estas influencias a la luz del Concilio
Vaticano II de 1964. En Brasil la Iglesia católica esta separada del estado,
convirtiéndose en una institución privada mantenida en gran parte por
donaciones, siendo así cada nueva construcción es financiada por los habitantes
de la localidad, el presupuesto bajo es la realidad de las nuevas
edificaciones, mantener la nobleza y la belleza del espacio con simplicidad es
otro desafío de la arquitectura post-conciliar. La Iglesia Santo Antonio en la
ciudad de Belo Horizonte en la provincia de Minas Gerais en Brasil, es una
tentativa de aplicación de las tres premisas citadas.
On the practice of the catholic construction:
The modern architecture under the light of the Second Vatican Council in St. Anthony’s Church — Minas Gerais, Brazil
Abstract
In this
paper I summarize some of my reflections in these thirteen years of practice in
sacred architecture. Strictly with didactic ends, I also present three premises
that guide my work. On these days, one have not to
look further to find successful buildings in modern and contemporary
architecture, with positive responses from both the academy and the users.
Still, the same cannot be said of Catholic sacred architecture. This situation
was not an accident, it wouldn’t happen without the break imposed by modern and
contemporary architecture with all previous tradition. Catholic priests,
nevertheless, were never happy with the oblivion of seventh centuries of
tradition. In long-term meetings, called Ecumenical Councils, Catholic Church’s
Bishops argue and resolve doctrinal and disciplinary issues, between then, are
a set of regulations to Catholic sacred architecture. I propose that the proper
way to work this first problem, is by updating the references of Catholic
architecture’s history, through a reading of modern and contemporary
architecture in the light of the Second Vatican Council. A second issue, arises
from the challenges of funding. In Brazil, the Catholic Church is no longer
part of the state, they are now private institutions, maintained largely by
donations. Each new construction is funded by local communities. As a result,
low budgets are the reality to new buildings. What, thus, presents these second
challenge to post-conciliar architecture: how to maintain beauty and nobility
with simplicity. I the midst of theses challenges, the project of the St.
Anthony’s Church in Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil, is a proposal to
solve these problems through the application of the aforementioned principles.
Sobre a prática da construção sacra católica:
A arquitetura moderna sob a luz do Concílio Vaticano II na Igreja Santo Antônio — Minas Gerais, Brasil.
Resumo
Neste texto coloco o resumo de algumas reflexões que
desenvolvi nos meus 13 anos na prática da arquitetura sacra, e de uma forma
didática formatei 3 premissas que orientam meu trabalho. É vasto o acervo
edificado de arquitetura moderna e contemporânea bem-sucedida, com respostas
positivas tanto da academia de arquitetos quanto dos usuários. O mesmo não se
pode falar da arquitetura sacra católica, descartar os dezessete séculos de
evolução tipológica não foi e segue sem ser bem aceito pelos sacerdotes. Os
concílios ecumênicos são encontros de longa duração aonde os bispos da Igreja
Católica resolvem questões doutrinais e disciplinares. Ao buscar referência na
história da arquitetura católica o arquiteto deverá atualizar estas influências
a luz do Concílio Vaticano II de 1964. No Brasil a Igreja católica não faz mais
parte do estado, tornando-se uma instituição privada mantida em grande parte
por doações, sendo assim cada nova construção é financiada pelos moradores da
localidade, orçamento baixo é a realidade das novas edificações, manter a
nobreza e a beleza do espaço com simplicidade é outro desafio da arquitetura
pós-conciliar. O projeto da Igreja Santo Antônio na cidade de Belo Horizonte no
estado de Minas Gerais no Brasil, é um caso de aplicação das premissas citadas.
Introdução
Arquitetura de 17 Séculos e o Paradigma Modernista
No ano de 313 o édito de Milão anunciava o fim
da perseguição ao cristianismo e que o seu imperador Constantino era cristão. A
partir daí as basílicas (casa do Basileu) foram convertidas no local do culto a
cristo. A linguagem arquitetônica destas primeiras basílicas foi relida ao
longo dos séculos (românico, gótico, renascimento, barroco, etc.), sem romper
traços principais, em que facilmente um usuário recém-chegado a uma localidade
possa identificar o edifício eclesial.
No final do XIX e início do XX a revolução
industrial e como consequência o movimento moderno revolucionou a forma de se
construir, arquitetos iniciam uma nova forma de fazer arquitetura negando a
arquitetura produzida até então. “A forma segue a função”, “o menos é mais” e
“adorno é crime” são alguns dos dogmas que orientam este movimento.
Academia de Arquitetura em Desencontro com
Sacerdotes e Fiéis
Igreja católica como instituição mais antiga do mundo com 17
séculos de identidade arquitetônica não se adequou bem a esta negação do
passado, implícita no movimento moderno. Igrejas foram construídas excluindo
elementos arquitetônicos que até então identificavam uma Igreja, sendo
suprimidas: absides, torres, colunatas; e esquecidos princípios compositivos
como: simetria, formato cruciforme, centralidade do altar. Simbologias baseadas
em exegeses bíblicas são substituídas por conceitos do arquiteto. Esta negação
trouxe um afastamento dos leigos e dos sacerdotes sobre a arquitetura moderna.
A Igreja São Pedro (Campos de Jordão, São
Paulo, Brasil) projetada por Paulo Mendes da Rocha é a obra vencedora do Prêmio
Pritzker de 2006, dando abertura para concluirmos que para a academia é uma
arquitetura sacra modelo. Poucos fiéis a reconhecem como Igreja, em geral a
acham muito feia e a relacionam com algo que se pareça a um comércio e não a um
templo. De outro lado temos o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida
(Aparecida, São Paulo, Brasil) que para o clero é o exemplo de uma bela Igreja,
e para arquitetos é um pastiche, um neorromânico mal desenhado.


Igreja São Pedro. Campos do
Jordão, SP - Brasil. (Giantomasi, 2015)
Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Aparecida, SP - Brasil. (Acervo Arq. Eduardo Faust)
|
Este caso não é isolado, quando pergunto a
opinião de fiéis e sacerdotes sobre igrejas publicadas em revistas de arquitetura,
a grande maioria não aprecia.
O meu diagnóstico até aqui, é que ao contrário
de outros usos como universidades, bibliotecas e museus, o esquecimento dos 17
séculos de história não funcionou na arquitetura sacra. Um edifício igreja
precisa de referenciais estéticos/simbólicos para ser visto como tal por seus
usuários.
Nós arquitetos podemos interpretar estes quase
100 anos de afastamento de uma forma arrogante, utilizando o confortável
argumento de que “o público” não evoluiu para entender as obras. Ou perceber
que falhamos — que a arquitetura sacra é um caso especial no modernismo e além
dele.
Assim defino a premissa número 1: Continuar a
linha do tempo evolutiva da arquitetura sacra. Inovar mantendo a linguagem e os
conceitos básicos.
As leis da arquitetura sacra católica
O arquiteto antes de projetar qualquer obra
deve consultar e seguir normativas legais impostas pelo estado, na Igreja
acontece o mesmo, a consulta aos documentos da Santa Sé, da conferência de
Bispos e livros de Liturgistas respeitados formam a base para entender o uso da
edificação.
Os concílios ecumênicos são encontros de longa
duração aonde os bispos da Igreja Católica resolvem questões doutrinais e
disciplinares.
Os documentos gerados no início dos anos 60 do século XX no Concílio
Ecumênico Vaticano II indicam alterações na forma de celebrar nos templos
católicos. Adequação de espaços litúrgicos a luz do concílio vem sendo feitas
desde então. O entendimento das formas de celebrar pré-concilio vaticano II
também são importantes pois as adequações respeitam a evolução da liturgia e
trazem referências do início do cristianismo.
Igrejas executadas antes de 1964 seguiam as
orientações do concílio de Trento de 1563, ao buscar referência na história da
arquitetura católica o arquiteto deverá atualizar estas influências a luz do
Concílio Vaticano II.
A premissa número 2: espaços devem obedecer às
premissas do Concílio Vaticano II.
Obras comunitárias orçamentos comunitários
O Brasil assim como grande parte dos países da
América do Sul, teve uma larga migração do campo para a cidade nos anos 60 e
70, gerando uma grande demanda por habitações. Neste período, pela ausência de
recursos, Igrejas improvisadas foram erguidas. Hoje, a mesma população possui
recursos para edificar seus templos, porém, ao contrário dos grandes mecenas da
Florença renascentista, o poder aquisitivo é médio/baixo, sendo um grande
desafio criar muito com pouco.
Assim firmo a premissa número 3: Fazer muito
com pouco, criar belas obras com baixo custo.
Resumo das premissas
01: Continuar a linha do tempo evolutiva da
arquitetura sacra. Inovar mantendo a linguagem e os conceitos básicos.
02: Os espaços devem obedecer às premissas do
Concílio Vaticano II.
03: Fazer muito com pouco, criar belas obras à
baixo custo.
Métodos
Por uma arquitetura sacra contemporânea
Quando fui contratado em 2005 para fazer minha
primeira Igreja, levei imagens de Igrejas contemporâneas famosas para
apresentar aos clientes (graças a falta de um portfólio próprio) para melhor
entender suas aspirações com o projeto de sua nova igreja. Minha surpresa foi
ver que não gostaram de nada, porém me colocaram como referência algumas
Igrejas antigas ou a pequena igreja da paróquia ao lado.
Este caso me motivou a fazer regularmente este teste com
comunidades ao qual estou projetando suas igrejas. Hoje com mais de uma centena
de projetos de Igrejas posso afirmar que esta primeira comunidade não era
exceção.
Neste texto está o resumo de algumas reflexões que desenvolvi
nos meus 13 anos na prática da arquitetura sacra, que estão resumidas em 3
premissas que orientam meu trabalho. Vejamos a seguir uma obra estruturada nestas
3 premissas.
Resultados e discussão
Venda Nova é um bairro antigo da cidade de
Belo Horizonte, a Igreja original foi demolida a cerca de 20 anos e desde então
o povo celebra em um espaço improvisado. Com grande destaque na paisagem urbana
o terreno é isolado de fronte para a praça Santo Antônio na avenida mais
importante do bairro.
Aos fundos da Igreja um edifício possui todas
funções administrativas, educacionais e recreativas, assim a nova obra pode
focar na construção do templo com suas capelas, sacristias e um estacionamento
subterrâneo.
![]() |
Acervo Arq Eduardo Faust.
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![]() |
Acervo Arq Eduardo Faust.
|
Utilizei este projeto para amparar minhas
premissas, pois foi extremamente bem aceito pelos fiéis na apresentação, foi
aprovado com elogios pelo Arcebispo de Belo Horizonte Dom Walmor Oliveira de
Azevedo e vem sendo solicitado por estudantes de arquitetura como estudo de
caso para seus trabalhos acadêmicos. Estes três pontos me servem de indício
para um possível caminho exitoso das decisões arquitetônicas utilizadas.

Aprovação do projeto Dom Walmor
Oliveira e os Padres José Alves e Célio Diniz. Acervo Arq Eduardo Faust.
Conceitos tradicionais aplicados a arquitetura
contemporânea
O formato cruciforme com nave central e naves
laterais está presente nas grandes obras da arquitetura sacra, desta influência
gerei a volumetria da edificação. Tradicionalmente o que divide as naves são
colunas, hoje temos técnicas construtivas que nos permite retirar estas
colunas, tornando o espaço adequado a um layout semicircular que atende melhor
ao concílio vaticano II.

Planta baixa. Acervo Arq Eduardo
Faust.

Cobertura em formato de cruz
latina. Acervo Arq Eduardo Faust.
Assim sendo substituí as duas colunatas
centrais por duas vigas mestras que seguem o vão da entrada até dois pilares
que emolduram o presbitério, nestas vigas mestras apoiei a cobertura das naves
laterais e central. Também apoiei nas vigas mestras as duas vigas secundárias
que formam o transepto, e outras duas vigas do transepto nos pilares do
presbitério.

Sistema estrutural da cobertura.
Acervo Arq Eduardo Faust.
Retorno do edifício catequético
Pouco antes de morrer, o Frei Antônio, um dos
doutores da Igreja, já doente com falta de ar pediu que armassem sua cela
(dormitório) no topo de uma nogueira frondosa, para que lá fizesse seus sermões
e suas reflexões a seus irmãos franciscanos. A nogueira tornou-se um de seus
símbolos. Com a solução estrutural consegui diminuir o vão das coberturas
possibilitando o uso de estrutura de madeira na nave central. Desenhei dois
tipos de treliças diferentes que vistas em sequência formam um emaranhado
geométrico de madeira, simbolizando o entrelaçamento dos galhos da nogueira de
Santo Antônio.

Ícone de Santo Antônio na Nogueira
no Santuario
del Noce em Pádua, Itália. (Veronese, 1530)
Espaço depois do Concílio Vaticano II
Ao centro no encontro das duas hastes da cruz
está o altar e o crucifixo que suspenso no ar é visível em toda obra. A
assembleia é convidada ao grande banquete pascal, reunida em torno da mesa da
eucaristia referenciando as celebrações do início da Igreja, assim como este
conceito todo mobiliário litúrgico e as relações dos espaços internos estão em
conformidade aos documentos do concílio vaticano II.

Altar. Acervo Arq Eduardo Faust.
Corte. Acervo Arq Eduardo Faust.
Estrutura da cobertura Acervo Arq
Eduardo Faust.
No piso aproveitando o formato de cruz
utilizei uma exegese bíblica em que do altar ao centro da Igreja brotam os quatro
rios do paraíso e dão origem aos oceanos, quatro rios que caminham para os quatro
cantos do mundo. O reflexo gerado pelo mármore polido preto simboliza a água e
o pequeno deslocamento nos degraus do presbitério cascatas e inundam seus
caminhos.

Presbitério Acervo Arq Eduardo Faust.

Gravura de um Missal Romano do
século XII, Mosteiro de Zwiefalten, Alemanha. (Campbell, 1974)
Para o mobiliário litúrgico utilizei um forte
símbolo franciscano, a letra grega TAU ( τ ). São Francisco de
Assis em seus milagres fazia o sinal do Tau sobre os ferimentos. “Com ele ( τ ) selava as cartas e marcava as paredes das pequenas celas”
cf.LM4,9;2,9;3Cel3.
A palavra Ambão vem do grego anabaino
que significa “subir, elevar-se”, a Palavra que vem do reino dos céus. Seguindo
esta interpretação e a tradição do antigo ambão, loquei-o em um patamar mais
elevado. Ao centro, a sédia (cadeira da presidência) compõe a tríade litúrgica.
No lado oposto do presbitério a pia batismal
faz a simetria com o Ambão. Na abside ao centro a capela do santíssimo expõe o
tabernáculo com acesso dos fiéis para oração individual.
Templos e números
Voltando ao formato cruciforme do edifício
coloquei a capela do santíssimo na extremidade central, a capela de São
Francisco na outra extremidade a capela do padroeiro na outra. Na extremidade
restante está o acesso principal. Para criar uma releitura da portada Gótica,
coloquei uma sequência de sete (7) arcos ogivais, o número sete (7) é o número
perfeito na simbologia cristã, é formado pelo quatro (4) do imanente mais o três
(3) do transcendente, a junção do céu com a terra, a merkabah, o momento
da consagração da eucaristia.

Presbitério. Acervo Arq Eduardo
Faust.
Historicamente os números são utilizados de
forma simbólica na arte e na arquitetura sacra, além do descrito acima, a
primeira parte da Igreja (antes do transepto) aonde está a assembleia tem doze
(12) pilares, dos doze (12) apóstolos, das doze (12) tribos de Israel. As três
(3) capelas das extremidades da cruz simbolizam os três (3) nós do cordão do
hábito dos franciscanos e os seus três (3) conselhos evangélicos (pobreza,
obediência, castidade). As duas colunas principais que sustentam as vigas
mestras, simbolizam os pilares da Igreja, São Pedro e São Paulo.

Capela Lateral. Acervo Arq
Eduardo Faust

Doze pilares. Acervo Arq Eduardo
Faust
O desenho que fiz nas folhas da porta
simbolizam tanto a nogueira quanto o símbolo dos doutores da Igreja — o lírio. Acima
da portada estão os arcos que definem a fachada. A hóstia no formato de um
círculo é hoje um símbolo forte para os fiéis, sendo assim desenhei um arco
ogival finalizado em uma cruz celta (cruz do sol nascente — que possui um
círculo ao centro), nos remetendo ao gesto do sacerdote na consagração da
eucaristia.

Sacerdote e a consagração da
eucaristia. Festa nacional da divina misericórdia (2017).

Fachada. Acervo Arq Eduardo
Faust.
Acervo Arq Eduardo Faust.
Conclusões
Assim concluo que para uma arquitetura sacra
contemporânea o arquiteto deva buscar na história da arte e da arquitetura
sacra os referenciais, adequando-os as novas técnicas construtivas, ao espaço
litúrgico pós concílio vaticano II e aos orçamentos limitados das paróquias.
Dados do projeto
Arquidiocese de Belo
Horizonte — Paróquia Santo Antônio.
Localização: Bairro,
Venda Nova. Cidade, Belo Horizonte. Estado, Minas Gerais. País, Brasil.
Pároco: José Alves de
Deus.
Autor: Arquiteto
Eduardo Faust.
Colaboradores: Egvar
Hermann; Gustavo da Luz; Renato Campos.
Projeto
luminotécnico: FAUST Arquitetura e Engenharia.
Área construída:
1.700,00 m².
Área do terreno:
4.514,00 m².
Ano do projeto: 2016.
Referencias
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Vaticano II: sacrosanctum concilium.
Vaticano (1964) Sagrada congregação
para os ritos: instrução inter oecumenici.
Vaticano (1967) Sagrada congregação
para os ritos: instrução eucharisticum mysterium.
Vaticano (1970) Sagrada congregação
para o culto divino: instrução liturgicae instarationes.
Vaticano (1973) Ritual de
penitência.
Vaticano (1973) Ritual romano: a
sagrada comunhão e o culto eucarístico fora da missa.
Vaticano (1980) Sagrada congregação
para os sacramentos e para o culto divino: instrução inaestimabile donum.
Vaticano (1981) Missal romano:
elenco das leituras da missa.
Vaticano (1983) Código de direito
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Vaticano (1984) Ritual de dedicação
de Igreja e de altar.
Vaticano (1999) Ritual romano:
ritual de bençãos ritual do batismo de crianças.
Vaticano (2002) Missal romano:
instrução geral sobre o missal romano.
Vaticano (2004) Congregação para o
culto divino e a disciplina dos sacramentos: instrução redemptiones
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Vaticano (2005) Catecismo da igreja
católica.
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