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ARQ EDUARDO FAUST | CAU A44041-8

Graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina UFSC.
Pós-graduado em Espaço celebrativo-litúrgico e arte-sacra na Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia de Minas Gerais FAJE.

Em 2005 fundou o escritório FAUST ARQUITETURA

Assina a autoria de mais de 200 construções ligadas a Igreja em mais de 90 cidades em 14 estados no Brasil e no México.

Ministra palestras e Cursos em Arquitetura Sacra.

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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

■ Palestras em Cancún, Quintana Roo, México.

Neste dia 05 de novembro de 2015 aproveitando minha visita para início do projeto da Iglesia Nuestra Señora Destadora de Nudos, fui convidado a ministrar duas palestras na cidade de Cancún, estado de Quintana Roo, península de Yucatán, México.

Primeira aconteceu no Colegio de Arquitectos de Cancún, com a presença do presidente Arq Lauro Trejo, Arq Gerardo Anaya e Padre Luis Pablo Garza. Sendo destinada aos arquitetos, expus meus conceitos e minha experiência em arquitetura sacra, passando um panorama do segmento no Brasil. 

Segunda palestra foi na catedral da prelazia de Cancún/Chetumal, tendo como público leigos e membros da Igreja, falei sobre espaço litúrgico, a importância de se projetar e das comissões de arquitetura sacra e liturgia. 








Para conhecer um pouco do panorama da arquitetura [sacra ou não] de Quintana Roo e do México tive uma reunião e visitei o escritório dos arquitetos Gerardo Anaya, Edgar Herrera e Vladimir Guerrero. 

Padre Luis Pablo me acompanhou para conhecer as Igrejas da cidade e da região, me explicando a situação da arquitetura sacra e da Igreja no México. Também tive conversas mais rápidas porém produtivas com os arquitetos: Carlos Medina, Marco Diaz, Ivan de la Torre.

Interessante foi concluir que o quadro geral da arquitetura sacra no México é o mesmo do Brasil, tanto nos avanços quanto nas precariedades.  

A palestra teve cobertura da revista Quequi e do canal 10 de Cancún.




Matéria da revista Quequi:


Obsoletas, las estructuras de iglesias en la ciudad


06 de noviembre de 2015


Los templos católicos necesitan mejoras.

Por Raimon Rosado

“Su carencia de diseños acordes a los conceptos que deben tener los templos litúrgicos modernos, sumado a las tendencias arquitectónicas empleadas para su construcción, hace más de 30 años, no fueron las adecuadas para representar el simbolismo  religioso que llevan implícito, ya que la mayoría de los templos católicos de Cancún se encuentran obsoletos, por lo que es necesario reconstruirlos con base en  definidas tendencias actuales  de la arquitectura religiosa moderna”, señaló el especialistas en la materia, de origen brasileño, Eduardo Faust, durante una charla que ofreció el día de ayer en el Colegio de Arquitectos, de esta ciudad.
Expuso ante arquitectos locales y estudiantes de dicha especialidad en la Universidad Anáhuac, la importancia de la arquitectura litúrgica e los espacios urbanísticos modernos, con base en la realidad que vive cada comunidad.
Lo que requerimos es contar con alternativas  acordes a los lineamientos establecidos por el Concilio Vaticano II, así como a los estilos modernistas que caracterizan a las técnicas de construcción actuales.
"Con las reformas que plantean las exigencias arquitectónicas actuales, podemos iniciar la construcción de nuevas iglesias de manera correcta y reformar como se debe, los templos ya existentes, sobre todo, muchos de los que fueron construidos durante la segunda mitad del Siglo XX", afirmó el arquitecto egresado de la Universidad Federa del estado  de Santa Catarina, en el sur de Brasil.
Considera que los templos católicos construidos entre las décadas de 1970 y 1990, son de muy mal gusto pues arquitectónicamente dejan mucho que desear.
Al ser precisamente Cancún una ciudad nueva, con apenas 45 años de fundada, sus templos religiosos "más antiguos", cuya edificación se dio entre las décadas de los años 70s y 90s,  es necesario reformarlos para imprimirles un concepto modernista y mucho más estético que los actuales.
Hizo notar que por lo regular, las comunidades católicas cuentan con recursos limitados para emprender nuevos proyectos o adecuaciones a sus espacios.
Pese a no revelar mayores detalles, indicó que la Prelatura Cancún-Chetumal, quien junto con el Colegio de Arquitectos de Cancún, quienes organizaron el evento en el que estuvo presente e invitaron a desarrollar un proyecto arquitectónico eclesiástico para esta ciudad, el cual bien podría ser la continuación de las obras de la Catedral de la Santísima Trinidad, de esta ciudad.

Link para a Matéria original

URL completa
http://www.quequi.com.mx/2091_benito-juarez/3443466_obsoletas-las-estructuras-de-iglesias-en-la-ciudad.html

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

■ Reforma e seus custos - REVISTA PARÓQUIAS Jul/Ago 2014

Reforma Passo a Passo
Matéria que escrevi para revista paróquias e casas religiosas edição Julho Agosto 2014.


Dia 10 de setembro de 2013 presidida pelo Bispo da Diocese de Umuarama Dom João Mamede foi celebrada a missa de dedicação de Igreja Matriz São Sebastião, na cidade de Japurá no estado do Paraná.

Projeto de autoria do arquiteto Eduardo Faust sob a coordenação do Pároco Padre Jaime Lemes e da comunidade da paróquia São Sebastião.



   
O projeto trata da construção e/ou reforma completa de presbitério com 103,00 m²; sala para equipe de canto, duas sacristias, jardim, banheiro e capela somando 150,00 m²

A assembleia com 530,00 m² recebeu iluminação e o sistema elétrico foi refeito e expandido para receber a carga do sistema de condicionamento de ar.




Ao ponto final de eixo de simetria da Igreja está a Cruz com 13 metros de altura, e a emoldurando duas grandes paredes [7 metros] com desenho que nos remete a parte posterior das flechas que martirizaram o Padroeiro São Sebastião. 
“O sangue dos mártires é semente de novos cristãos” Tertuliano.



Ao lado esquerdo do presbitério foi criada uma sala para a equipe de canto e ao lado direito a capela para Nsa Sra Aparecida. 

Cruz, parede de fundos, sala e capela todas foram erguidas com estrutura metálica e revestidas com placas cimentícias. A cruz recebeu revestimento de madeira, a parede aos fundos: pedra de origem basáltica; a sala e a capela: tijolos aparentes, madeira e pintura. 



   


O desenho do mobiliário litúrgico [Altar, Ambão, Sédia] segue a mesma simbologia [das flechas], estes revestidos e estruturados com placas de travertino. 

A Fonte Batismal, recebeu placas cimentícias revestidas com granito.




Os valores foram convertidos em CUB [custo unitário básico] para que os valores expostos neste artigo mantenham-se atualizados.

  
TABELA DE CUSTOS DA OBRA


MATERIAL
AMBIENTE / PEÇA
 CUSTO
CUB
Porcelanato [Material]
 Presbitério patamares
 R$      13.000,00
11,44
Estrutura Metálica [Material]
 Paredes fundos Presbitério; sala de músicos; capela NS; pia batismal.
 R$      10.000,00
8,80
Placas Cimentícias [Material]
 Parede fundos presbitério, pia batismal.
 R$      19.082,00
16,80
Revestimentos Pedras e Tijolos Maciços [Material]
 Paredes fundos Presbitério; presbitério, jardim, capela NS.
 R$      12.217,50
10,75
Mão de Obra geral e Materiais brutos de Construção
 Itens acima + 2 sacristias + demolição
 R$      55.669,00
49,00
Pintura - Tintas, Vernizes e impermeabilizantes [Material]
 R$       2.780,00
2,45
Pintura [Mão de Obra]
 R$       4.500,00
3,96
Marmoraria [Material e Mão de Obra]
 Altar, ambão, sédia, pia batismal, degraus, soleiras, bancada banheiro, pedestal NS. 
 R$      45.000,00
39,61
Madeira [Material e Mão de Obra]
 Cruz, Banco ministros, sala dos músicos, entrada principal, anteparo dos refletores.
 R$      24.450,00
21,52
Instalações Elétricas [Material e Mão de Obra]
 Totalidade da obra, iluminação, ar condicionado e sonorização.
 R$      26.530,00
23,35
Limpeza do forro da igreja [Mão de Obra]
 R$          500,00
0,44
Projeto
 Arquitetônico, Luminotécnico, Vistas técnicas
 R$      15.000,00
13,20
Total
 R$    228.728,50
201,35



terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

■ Criatividade no Planejamento de Obras na Paróquia | Revista Paróquias

■ Matéria escrita pelo Arquiteto Eduardo Faust para a 
Edição 46 – Janeiro | Fevereiro 2014.

  
No século XIX, durante a revolução industrial na Europa, o projeto arquitetônico foi fator decisivo para uma transformação nas vidas dos operários, estes viviam em espaços insalubres com poucas áreas de lazer e espaços de convívio. Tal planejamento não muda a realidade socioeconômica de cada bairro/indivíduo, mas nos dá condições em elevar a qualidade de vida destes.

No caso das paróquias as áreas extra templo, ou extra missa necessitam de uma readequação em sua organização espacial.  O estudo do Cristianismo, a prática Cristã, dependem destes espaços para que esta Igreja viva se manifeste. 


Imagine uma praça, aonde um grupo, após sair de uma aula sobre bíblia encontra-se ensaiando musicas litúrgicas, sentados ao redor do monumento de Nossa Senhora do Rosário. Estes são abordados por outros, que passam em direção à biblioteca, pois acabam de retornar de um filme sobre a história de São Francisco de Assis e querem saber mais sobre. Os dois grupos aguardam para falar com membros da ação social, pois querem fazer parte da organização de um evento beneficente no salão comunitário.

Tal cena que ilustra uma comunidade viva, num ambiente agradavelmente evangelizador, só seria possível com um espaço que integre: Salão de Festas; centro de evangelização; cinema; biblioteca; praça; monumentos; espaço do ministério da musica e sede da associação social.

Ao contrário de um shopping que cria a estrutura para gerar demanda, as nossas comunidades já possuem tal demanda que clamam direta e indiretamente pela infraestrutura. Muitas vezes por falta de alguém que plante esta semente opta-se pelo típico salão de festas, esquecendo-se da gama de usos disponíveis. 


Quermesses e festas comunitárias são exemplos da tradição da Igreja como fomentadora da união dos leigos através do entretenimento, que vem se tornando cada vez mais diversificado e a Igreja deve fazer uso de tal pluralidade de meios.

Analisando exemplos bem sucedidos de igrejas no Brasil e no mundo veremos uma lista de “serviços” que estas construções e espaços anexos podem nos oferecer:

·         Sala de projeção [cinema] | Apresentação de filmes catequéticos ou que contenham uma mensagem Cristã. Dimensionado para o uso local da comunidade, este espaço geralmente será pequeno, lembrando mais um home theater do que um cinema.  

·         Biblioteca, livraria e sala multimídia | Por grande parte do conhecimento hoje estar nas redes de computadores, o espaço da biblioteca não pode mais se comportar como um depósito organizado de livros, e sim um local de fomento de ideias e agradável leitura. Uma livraria ajuda a movimentar o rico mercado editorial Católico.

·         Salas de aula, sala de reuniões/conferência, sala de leitura | Espaços já presentes na grande maioria das comunidades.

·         Auditório/teatro | Conferências e eventos em geral externos e internos podem ser oferecidos pela comunidade, trazendo conhecimento de outras partes. Se anexarmos: camarins, foyer, coxia, expandiremos o uso do auditório para também de um teatro, aonde encenações de passagens bíblicas, apresentações musicais, entre outros, encontrarão espaço apropriado.

·         Centro de ação social | Basicamente salas administrativas dimensionadas conforme a atuação.

·         Salão de Eventos | Estrutura com: hall; bilheteria; palco; cozinha industrial; bar e depósitos. Deve ser calculado isolamento/tratamento acústico, sua legalização passa por rigorosas normas da vigilância sanitária.

·         Praça catequética | Todos os espaços citados anteriormente funcionam melhor se planejados integrados a uma área verde e aberta. Esta permeabilidade espacial é vista nos claustros dos mosteiros.

 ·         Quiosque | A cultura dos Cafés e das Praças de Alimentação como pontos de encontro está cada vez mais solidificada. Um comercio desta natureza numa Igreja torna-se raro, pois, suas vendas têm de comportar sua estrutura e geralmente o número de usuários é insuficiente.

·         Estacionamento | A legislação das cidades varia quanto ao método de contagem, importante é saber que cada espaço criado soma mais vagas.

·         Banheiros e lavabos | Poucos dos ambientes citados necessitam de grandes sanitários públicos, apenas lavabos bastam. Importante é saber locá-los de forma inteligente, pois será raro o uso de todos espaços simultaneamente.

·         Casa paroquial | É a única obra presente nos terrenos das Igrejas que é de uso privado, logo não necessita encontrar-se ali. São recorrentes as queixas de sacerdotes que moram ao lado do salão de festas, sendo este alugado para terceiros com frequência. Muitas casas paroquiais são transformadas em centros de evangelização e etc. 

 Os espaços que tratamos são na maioria das vezes edificados no mesmo terreno da Igreja sob 3 tipologias:

Isoladas no terreno | Possui um ou vários edifícios próprios para abrigar tais usos. É a alternativa ideal, pois é possível fazer com que áreas verdes de convívio contornem as edificações. O edifício igreja terá destaque pela liberdade volumétrica. Cada edifício é executado e finalizado independentemente sendo mais fácil de planejar as obras. Porém tal conformação necessita de terrenos realmente grandes, cada vez mais difíceis em grandes centros.


Anexo a Igreja | Numa mesma construção é criada toda estrutura, otimizando o espaço no terreno, porém esta área anexa não deve “roubar” área que poderia ser utilizada pela assembleia da Igreja. O edifício Igreja fica “encaixado” em outra obra, geralmente de dois andares, isto deve ser pensado pelo arquiteto para que não prejudique sua estética e acessibilidade. 


Prédio | Quando o lote não comporta os usos, a verticalização é a alternativa mais apropriada. É indicado que a Igreja esteja sempre no topo, aproveitando o pé direito alto proporcionado por inclinações da cobertura. Este uso exige do arquiteto criatividade e domínio de formas, para que a obra tenha “cara” de Igreja e não de prédio. Rampas e/ou elevadores se farão necessários elevando o custo da obra.



Este programa de necessidades deve ser discutido pela comunidade/clero conforme seus costumes e espaço disponível. O arquiteto os formatará de forma a otimizar os espaços e atender as legislações vigentes.


Eduardo Faust é Arquiteto pós-graduado em Espaço Litúrgico
possui mais de 50 Igrejas e centros pastorais em seu currículo.
contato@eduardofaust.com

Edição 46 – Janeiro | Fevereiro 2014



sábado, 19 de outubro de 2013

■ Inauguração Igreja São Sebastião - Japurá PR | Autor Arq.Eduardo Faust

■ Paróquia São Sebastião
■ Pároco | Padre Jaime Lemos
■ Autor | Arq Eduardo Faust
■ Projetos | FAUST arquitetura & engenharia
■ Localização | Japurá, Paraná, Brasil
Dia 10 de setembro de 2013 aconteceu a missa de dedicação de Igreja e Altar presidida pelo Bispo de Umuarama Dom João Mamede, na cidade de Japurá no estado do Paraná. Projeto elaborado pelo arquiteto Eduardo Faust sob o auxilio do Pároco Padre Jaime Lemes e da comunidade da paróquia São Sebastião.

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118 [Japura] IMG Presb Frontal 01wAcima :Antes da reforma e modelo 3d do projeto apresentado
Abaixo: Foto da obra finalizada
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A composição cristocêntrica do presbitério faz uso da simetria do edifício, enfatizando o símbolo maior do cristianismo – a Cruz.
A mesma toca solo para simbolizar que este é um local de evangelização.
As paredes que emolduram a Cruz tem como inspiração formal as Flechas que martirizaram o soldado Romano São Sebastião.
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Suas linhas levam a Cruz – a Cristo – mostrando o grande legado do Santo. Autor Tertuliano disse alguns anos depois do martírio “O sangue dos mártires é semente de novos cristãos”.
A celebração da palavra está entre nós graças a mártires como São Sebastião.
118 [Japura] IMG Presb Altar 01wAcima: Modelo 3d do projeto do mobiliário litúrgico
Abaixo: Foto da obra finalizada
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Altar
Altar [Mesa da Eucaristia] [centro da liturgia] [local onde o céu toca a terra], e o Ambão [mesa da palavra] e a sédia [cadeira da presidência] foram desenhados e lapidados como obras de arte.
As linhas do mobiliário litúrgico citado simbolizam as flechas do martírio que dão suporte a Cruz de Cristo.
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Sédia
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Ambão
Outro ponto importante é o uso de materiais naturais. A pedra assim como a madeira, tem o sentido litúrgico de indicar a matéria que se encontra de forma crua, desnudada, verdadeira. Tal qual deve ser o homem que se encontra em Cristo.
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Imagem do padroeiro, São Sebastião
As imagens respeitam a homenagem feita pela comunidade a São Sebastião e a Nossa Senhora Aparecida que ganhou uma capela para devoção.
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Capela Nossa Senhora Aparecida
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“Nosso Deus que envia o sol nascente do alto para nos visitar” Lc 1,78 . Esta luz está simbolizada na assembleia que ganhou iluminação indireta que nos convida a oração. O presbitério ganhou iluminação que foca os elementos sagrados auxiliando na celebração e o banquete eucarístico.
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118 [Japura] IMG Presb lateral 01wAcima : Modelo 3d do projeto apresentado
Abaixo: Foto da obra finalizada
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Dom João Mamede, Bispo da diocese de Umuarama, estado do Paraná.
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Padre Jaime Lemes, pároco da Paróquia São Sebastião, Japurá.PR
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Ministros

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